Belém chega aos 405 anos esbanjando sua diversidade cultural e rica gastronomia

Capital do estado do Pará apresenta atrativos únicos para quem deseja conhecer de perto a beleza amazônica

Os ritmos são destaque da cultura paraense. Foto: Bruna Brandão

“Quem vai ao Pará, parou, tomou açaí, ficou”, o trecho do carimbó Garota do Tacacá, um dos hinos dos paraenses ressalta um dos muitos atrativos do estado, a gastronomia. Não à toa, Belém, capital paraense, ostenta o título de cidade criativa da gastronomia, honraria concedida pela Unesco. E a renovação do título em agosto de 2020 é mais um motivo para celebrar neste 12 de janeiro, dia que a cidade completa 405 anos.

Ingredientes e frutas amazônicas como jambú, tucupi, açaí, cupuaçu e bacuri dão um sabor único à culinária paraense e são um convite ao retorno. Mas nem só de boa comida vive a capital paraense, a cultura também merece destaque. As cerâmicas marajoara, os brinquedos de miriti (planta típica da região) e peças de balata (borracha semelhante ao látex) também encantam moradores e visitantes da cidade.

O Tacacá é um dos pratos típicos da capital. Foto: Bruna Brandão

O conjunto do artesanato rico da região pode ser conferido em um dos pontos turísticos da capital: o Espaço São José Liberto, patrimônio histórico do estado, erguido em 1749, que já abrigou o convento de São José e até cadeia pública e presídio. Hoje, o espaço possui loja de joias e gemas, espaço de moda, artesanato, capela e um memorial.

Outro cartão-postal da cidade é o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, referência em arte contemporânea para as regiões Norte e Nordeste, com um acervo estimado em mais de 300 peças.

Para quem deseja saborear a culinária local às margens da Baia do Guajará a pedida é um passeio pela Estação das Docas antigo porto fluvial em Belém que depois de revitalizado passou a abrigar restaurantes, lojas de artesanato e eventos. O melhor é que o local fica a poucos metros do lendário mercado Ver-o-Peso e é possível saborear o tradicional açaí, que pode ser acompanhado de farinhas de tapioca e de mandioca e açúcar. No paladar paraense a iguaria ainda pode receber a companhia de camarão seco e peixe frito.

A Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré é outra preciosidade da história e cultura paraense. O local guarda a imagem da santa que é a padroeira dos paraenses e começou a ser erguida em 1909, no lugar onde Plácido José de Souza encontrou a imagem de Nossa Senhora de Nazaré. Lá é o ponto de chegada da procissão do Círio de Nazaré, evento religioso que acontece no segundo domingo de outubro e leva mais de dois milhões de fiéis às ruas de Belém e que é considerado por muitos o Natal do paraense. Em razão da pandemia de coronavírus, a procissão de 2020 não foi realizada.

Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. Foto: Bruna Brandão
CULTURA 

A cultura paraense é outro forte atrativo de quem visita o estado e a capital Belém. O carimbó, o brega e o tecno brega não deixam ninguém ficar parado. Expoentes da música paraense como Gaby Amarantos, Joelma e Dona Onete foram fundamentais para levar os ritmos amazônicos para todos os cantos do país. Então, animou para se deixar levar pela cultura e gastronomia na capital paraense, também conhecida como cidade das mangueiras?

Aproveite a retomada do turismo para redescobrir o Brasil. Procure estabelecimentos que adotam os protocolos de biossegurança contra o coronavírus e que tenham o Selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo. Belém está te esperando!

Por Lívia Nascimento
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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